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Release e notas

  • 11/09/2017
    Pagrisa investe em saúde e bem-estar

    Um raio-X para saber como está a saúde dos colaboradores da PAGRISA. Esse é um dos objetivos do Diagnóstico de Saúde e Qualidade de Vida, que a empresa realizou em parceria com o Sesi no final de agosto.



    No total, cerca de 900 colaboradores realizaram o seu diagnóstico, o que equivale a mais de 90% do quadro funcional da empresa.



    O Diagnóstico de Saúde e Qualidade de Vida é uma avaliação feita no colaborador, sob várias perspectivas: hábitos, saúde em geral e relacionada ao trabalho, acesso a serviços de saúde, dentre outros.



    Como resultado, entrega a cada colaborador um relato das suas condições de saúde, dando orientações de prevenção. Além disso, entrega à empresa um relatório com o perfil da saúde de seus trabalhadores e fornece orientações sobre as ações prioritárias, além de ajudar a construir um plano de ação.



    “Esse diagnóstico é uma ferramenta de apoio à empresa na tomada de decisão, sobretudo identificando as prioridades dos investimentos em saúde”, explicou Gabriel Azevedo, da área de Medicina do Trabalho da PAGRISA.



  • 11/09/2017
    Informação e Cidadania

    Valorizar a comunidade em que atuamos é um dos Valores da Pagrisa. Indo ao encontro dessa premissa, o Setor de Medicina do Trabalho realizou uma palestra sobre Prevenção do Câncer de Mama, na Comunidade Caminho da Anta, em Ulianópolis.



    Durante a palestra, realizada no dia 02 de setembro, o Enfermeiro do Trabalho da empresa, Gabriel Azevedo, falou sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, principais sintomas e tipos de tratamento disponíveis atualmente. O colaborador também respondeu às dúvidas das cerca de 80 participantes.



    “Ter acesso à informação é uma das principais formas de se prevenir doenças, estimular a mudança para hábitos mais saudáveis e, quem sabe até, salvar vidas. E nos sentimos satisfeitos em poder ajudar”, relatou Gabriel Azevedo, do Setor de Medicina do Trabalho.



    Levar informação às comunidades, é compartilhar conhecimento e promover cidadania. E a Pagrisa acredita nisso!



  • 11/09/2017
    Nossos destaques fora do padrão

    Reconhecer o colaborador pelas suas conquistas e superação de desafios é uma das premissas da PAGRISA. E uma das formas de reconhecimento por parte da empresa é o Programa Colaborador Padrão, que é uma premiação que acontece mensalmente, durante a safra.



    A premiação relativa ao mês de julho destacou três colaboradores de áreas diversas. O primeiro colocado foi o Coordenador de Vendas, Francisco Jorge, que foi indicado por seu comprometimento, busca constante pela melhoria e resultados alcançados (meta de vendas). Ele recebeu um prêmio de R$ 1.000,00.



    Já o Líder Agrícola Sr., Isaac Batista, ficou em segundo lugar e recebeu um cheque de R$ 600,00.  Ele se destacou por comprometimento, trabalho em equipe, disposição para ajudar os colegas e foco nos resultados, atingindo suas metas.



    A terceira colocada foi a colaboradora Raellem Almeida, Assistente Administrativo, que vai receber como prêmio R$ 300,00. Ela foi indicada por sua dedicação, cumprimento de cardápio  e manutenção das atividades enquanto esteve à frente do Restaurante.



    “Ser reconhecido pelo trabalho executado e, principalmente, pelos resultados alcançados contribui diretamente para o engajamento da equipe e crescimento da empresa”, revelou Tayana Sousa, da área de Recrutamento e Desenvolvimento da empresa.



    No total, 8 pessoas foram indicadas ao prêmio de Colaborador Padrão por se destacarem em suas áreas de atuação. A escolha dos 3 vencedores aconteceu na Reunião Gerencial do dia 24 de Agosto.



  • 11/09/2017
    Mais tecnologia na irrigação

    O sistema de pivô de irrigação da PAGRISA promete mudar a realidade do plantio da empresa. Com essa nova tecnologia, a expectativa é que a produtividade passe de 95 Toneladas de Cana por Hectare (TCH) para 130 TCH, nas áreas de primeiro corte.



    “Com esse equipamento, começamos a mudança da realidade da falta de água na cana”, justifica o Gerente Agrícola da PAGRISA, Adilson Barros.



    Esse é mais um alto investimento feito pela empresa para aumentar a produtividade do plantio, incrementando a irrigação da cana-de-açúcar.



    O modelo de pivô adquirido pela empresa é do tipo Central, que está dimensionado para atender à necessidade hídrica economicamente viável do plantio, garantindo a produtividade mesmo em períodos de pouca chuva.



    Além disso, o equipamento é automatizado e permite a adição de fertilizantes e da vinhaça.



    “Esse foi um momento muito esperado e é histórico em nossa empresa, pois representa um marco em nosso sistema produtivo”, resume o Diretor-Presidente da PAGRISA, Marcos Zancaner.



  • 01/04/2014
    Produção de cana de açúcar tem safra recorde no Pará

    Empresa investe em mecanização e técnicas modernas de manejo do solo para aumentar produção



    Todos os anos, ao final do primeiro trimestre é o momento marcante para as companhias sucroalcooleiras. É quando divulgam a produção e balanços da safra do ano anterior. Diferente das regiões centro e sul do país, onde a estiagem que atinge os canaviais levará à perda de um volume de até 40 milhões de toneladas - segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) -, o setor sucroalcooleiro paraense tem vivido um momento especial.



    A Pagrisa, única agroindústria produtora de etanol e açúcar, instalada no município de Ulianópolis, teve safra recorde do produto, proporcionada pelo investimento contínuo em mecanização para o plantio e colheita da cana-de-açúcar, além de técnicas modernas de manejo do solo das áreas agrícolas. Desde o início da safra 2013/2014, em julho do ano passado até 12 de janeiro deste ano, a moagem da cana de açúcar na empresa alcançou um recorde histórico de 817,5 toneladas de cana-de-açúcar. Este volume foi 17,6% maior se comparado a safra anterior. O etanol (álcool anidro, utilizado na mistura com a gasolina, e álcool hidratado, usado diretamente nos veículos flex) e o açúcar cristal, produzido em Ulianópolis, atendem principalmente o mercado paraense.



    Com o recorde, a empresa teve de estender inclusive o período da colheita. “Nossa previsão era encerrar a colheita em novembro, com 745 toneladas de cana-de-açúcar, e essa produção já era maior que a do ano passado, mas a produção foi maior que o esperado para o período e tivemos que estender a safra até meados de janeiro. Foram 209 dias de produção, um acréscimo de 46 dias comparado ao ano anterior”, enfatiza o gestor industrial da Pagrisa, Reginaldo Conceição.



    Rafael Otto, professor de adubos e adubação da Universidade de São Paulo (USP), destaca que a usina paraense passou a investir muito mais em técnicas modernas de manejo do solo, e que esse seria um dos fatores para o aumento da produtividade. “O solo da região tem uma acidez muito alta, prejudicial para cana-de-açúcar, então optamos por técnicas corretivas com a utilização de calcário, gesso e fertilizantes fosfatados, além de micronutrientes para uma adubação mais equilibrada do canavial”, explica.



    Produção - Da quantidade total de cana-de-açúcar processada até o fim da safra, 36% foram destinados à produção de açúcar cristal e 64% para produção de álcool. Deste montante resultaram 28,60 milhões de litros de etanol anidro e 9,5 milhões de litros de etanol hidratado. Essa proporção do que é produzido pode mudar durante a safra. “Todo início de ano é feita uma previsão da quantidade de álcool e açúcar que produziremos, mas esses números podem mudar durante a safra de acordo com a avaliação dos preços desses produtos no mercado. Este ano, por exemplo, foi mais interessante aumentamos o percentual de álcool produzido”, explicou Reginaldo Conceição.



    Por se tratar de commodities – produtos produzidos em larga escala e com preço regulado pelo mercado internacional -, a empresa não tem como interferir no valor final do produto. A alternativa está dentro do sistema de produção. “Temos que trabalhar na melhoria da eficiência, produzindo mais com menor custo, assim nos tornarmos mais competitivos dentro do mercado e garantimos um maior lucro ao final da safra”, explica Alício Mariano Junior, gestor de qualidade da Pagrisa, “Estamos investindo muito na capacitação dos colaboradores e em planos de desenvolvimento de metas eficientes”, completa.



    A empresa que emprega 1.300 colaboradores contratados durante a safra, que vai de junho a novembro, se prepara para novos desafios da produção 2014/2015 e espera repetir os altos índices do ano passado. “O período atual da entressafra é ideal para planejar as atividades que serão desempenhadas a partir de junho com o início da safra. Interpretar na qualidade do solo, investir em mecanização e qualificação da mão de obra ainda é uma das melhores combinações de ações para produzir bem-estar e melhorar cada vez mais a produtividade”, finaliza Alício.



  • 24/03/2014
    Programa ensina como adotar alimentação nutritiva e barata

    Moradores de Ulianópolis aprendem a comer bem utilizando produtos que iam para o lixo



    Combinar três ingredientes fundamentais para uma boa refeição – qualidade, economia e sabor – não é tarefa fácil para os brasileiros. Os maus hábitos à mesa têm refletido na saúde e no excesso de peso da população, que hoje já atinge 51%, sendo 17% obesos, segundo o levantamento do Ministério da Saúde realizado anualmente sobre os hábitos alimentares e de estilo de vida. Para tentar mudar essa realidade, a Pagrisa, produtora de açúcar e etanol, em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), promoveu até o fim de semana em Ulianópolis, nordeste paraense, aulas gratuitas do Programa Cozinha Brasil.



    Nas aulas, os 120 participantes da empresa e da comunidade aprenderam técnicas e dicas para consumir partes de alimentos inicialmente esquecidos, ou até mesmo descartados com frequência, no preparo de receitas saborosas e ricas em nutrientes. “É possível unir o útil ao agradável. Mostramos aos alunos que é possível aproveitar, inclusive, as partes dos alimentos que automaticamente jogaríamos no lixo, como cascas de frutas, talos de vegetais, folhas e sementes”, explica Elizangela Mota, nutricionista do SESI.



    Diminuir a produção de lixo é uma das metas que a empresa, única agroindústria do ramo no Pará, quer disseminar entre colaboradores e a comunidade. “Temos um restaurante que chega a atender diariamente até 1.300 colaboradores durante a safra, então aqui temos uma preocupação constante de conservar o meio ambiente gerando menos resíduos. Semeando essa cultura dentro da empresa e entre os moradores contribuímos para a limpeza e higiene do local onde trabalhamos e vivemos”, enfatiza Gabriel Azevedo, enfermeiro do Trabalho da Pagrisa.



    Silmara Guimarães, que é auxiliar de cozinha na empresa, se manteve concentrada nas orientações da nutricionista, e aprendeu dicas para a melhor higienização de frutas e verduras, além de receitas inusitadas. “Para quem trabalha com alimentos, a higiene é fundamental. Sempre me preocupei com isso e nunca é tarde para aprender mais, me capacitar, assim evitamos perigos com infecção alimentar dos colaboradores”, enfatiza.



    Janayna Lourenço, pedagoga, ficou surpresa com as novidades apresentadas no curso. ”Eu nunca tinha ouvido falar que podia fazer farofa com a casca da banana e que, além de deliciosa, o preparo é bem simples e saudável, sem falar do ganho financeiro. Com a mesma casca posso preparar um bolo saboroso, rico em vitaminas e potássio. Se fosse comprá-lo gastaria em média 20 reais e não ofereceria uma alimentação tão saudável como essa para minha família”, finaliza.



  • 02/01/2014
    Agroindústria do sudeste do Pará é única produtora de etanol e açúcar no Pará

    Com área plantada de 12 mil hectares de cana de açúcar, a Pagrisa mantém 95% de automatização da colheita e tem como principal mercado o estado do Pará



    Instalada no município de Ulianópolis, no sudeste do Pará, a Pagrisa é o único empreendimento do estado que produz etanol (álcool anidro, utilizado na mistura com a gasolina e álcool hidratado, usado diretamente nos veículos Flex) e açúcar cristal. São aproximadamente 12 mil hectares com plantio de cana de açúcar colhida de forma 95% mecanizada. A empresa dispõe de vila industrial com toda a infraestrutura necessária para os 1.300 colaboradores contratados durante a safra, que vai de junho a novembro, número este que reduz em cerca de 50% na entressafra.



    Com capacidade instalada para produção diária de 300 mil litros de etanol e oito mil sacas de 50 kg de açúcar, a Pagrisa atende principalmente ao mercado paraense – regiões sul, sudeste, nordeste e a capital, Belém. A comercialização dos produtos é destinada às distribuidoras de combustível automotivo, no caso do álcool anidro e hidratado, e para indústrias de alimentos, mercado de atacado e varejo e empacotadoras, no caso do açúcar, que é vendido pela Pagrisa sob a marca Cauaxí ou em sacas de até 900 kg para que outras empresas o embalem com marca própria.



    Para atingir estes números, a empresa possui maquinário de última geração. São tratores que trabalham por georeferenciamento tanto no plantio quanto na colheita. A utilização de tecnologia de ponta reflete diretamente na colheita, gerando de 400 a 600 toneladas de cana colhida por colhedora por dia. A título de comparação, o índice do corte manual possui rendimento médio de seis toneladas por homem em um dia.



    Benefícios - A mecanização no plantio da cana de açúcar da Pagrisa, no entanto, oferece mais do que uma produção estável e de qualidade. É sinônimo de segurança e melhores condições de trabalho para o colaborador, uma vez que tanto o plantio quanto a colheita são feitas por equipamentos que possuem cabines climatizadas, assim como a utilização de EPIs.



    As condições de trabalho e as acomodações dos colaboradores são importantes pilares da Pagrisa. A vila industrial – com alojamentos e casas para os profissionais e familiares – conta com refeitórios, áreas de lazer como espaço cultural e campo de futebol, ambulatório e escola para educação formal de familiares dos colaboradores, treinamentos e demais cursos de qualificação. Além disso, a empresa oferece translado diário para aqueles que moram na zona urbana de Ulianópolis, a aproximadamente 25 km do empreendimento.



    Todos os colaboradores possuem benefícios, como planos de saúde e odontológico, subsídios para compra de remédios e óculos de grau. Aos colaboradores e familiares, a empresa oferece ainda escola formal até o ensino fundamental, transporte diário para escolas de ensino médio, laboratório de informática e auxílios educacionais com subsídio de 30% a 50% para realização de cursos de idiomas, graduações e pós-graduações.



    A contratação da mão de obra na Pagrisa prioriza o município de Ulianópolis. Para isso, nos últimos dois anos, a Pagrisa tem intensificado a realização de cursos de capacitação dos jovens de 16 a 21 anos, que estão concluindo ou já terminaram o ensino médio. A empresa mantém parceira com instituições como o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). Desde então, já foram formados e contratados, por exemplo, mais de 300 tratoristas que tiveram que realizar cursos técnicos para operação de máquinas totalmente automatizadas. E há destaque para as mulheres, que hoje representam 11% do quadro de funcionários da Pagrisa, grande parte delas, inclusive, no setor agrícola.



    Responsabilidade - Se há uma matéria-prima que não se perde, esta é a cana de açúcar. Além da produção de álcool anidro, hidratado e açúcar cristal, a Pagrisa utiliza todo o resíduo do processo produtivo na geração de energia por meio de uma usina termoelétrica. As caldeiras são alimentadas pela fibra da cana restante da moagem, o que gera energia suficiente para toda a fábrica e vila industrial, mesmo por uma parte da entressafra, pois há estocagem da fibra.



    O incentivo à reciclagem e reutilização, seja de materiais provenientes da área industrial, de plantação, seja da vila industrial, também se faz presente na Pagrisa. A empresa mantém uma campanha permanente de coleta seletiva em que resíduos líquidos e sólidos são separados para nova destinação com a venda para empresas que os reciclam. Em 2012, por exemplo, foram arrecadados mais de R$ 140 mil com a comercialização de itens, como sucata de ferro, óleo queimado, plásticos e papéis.



    A responsabilidade ambiental se faz presente na manutenção de corredores ecológicos entre as áreas plantadas de cana de açúcar, com o objetivo de oferecer aos animais silvestres um caminho seguro para deslocamento entre as áreas de matas ao redor da Pagrisa. Também são feitas campanhas permanentes de preservação com a proibição da caça dentro dos limites da empresa.



    Na área social, a Pagrisa desenvolve projetos nas comunidades do entorno e colaboradores, além de manter parcerias com instituições governamentais e privadas, que incentivam o esporte, a dança, as artes marciais e a educação ambiental. O Espaço Cultural Patrícia Zancaner é um exemplo de parceria entre a empresa, a prefeitura de Ulianópolis e Secretaria de Estado de Cultura (Secult). São mais de 370 jovens que participam de aulas de balé, teatro, capoeira, dança moderna e jiu-jítsu. E um dos maiores reconhecimentos deste projeto veio em 2012, quando recebeu o prêmio de melhor projeto social no 21° Festival Dança Pará.



    No âmbito esportivo, o destaque é a parceria com o projeto Zico 10, do ex-craque do Flamengo e Seleção Brasileira. São mais de 100 crianças entre 4 e 12 anos que têm a oportunidade de mostrar o talento futebolístico que possuem e, quem sabe, deslanchar na carreira do futebol profissional. Os treinamentos ocorrem aos sábados, no campo de futebol da Pagrisa. A empresa também apoia o projeto Estrelas do Futuro, no qual incentiva jovens na iniciação de práticas esportivas profissionais, tais como: atletismo, que tem revelado diversos atletas no cenário estadual, são aproximadamente 100 jovens atendidos pelo projeto totalizando mais de 400 medalhas conquistadas em diversos segmentos nesses 05 anos de projeto, dentro dessas premiações destaca-se, o Troféu “Esporte Responsa”, que reconhece pessoas e instituições que usam o esporte como ferramenta de inclusão social e melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes criado pelas ORM (Organizações Romulo Maiorana).



    O Projeto Juquinha apoiado pela empresa é uma iniciativa sem fins lucrativos da Associação José Pereira de Farias, na qual a Pagrisa contribui mensalmente para a continuidade das ações que atendem mais de 120 crianças e adolescentes, entre 2 e 18 anos, com atraso de desenvolvimento neuropsicomotor.



    A Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental da PAGRISA atende aos filhos de funcionários que residem na empresa, proporcionando uma educação de qualidade, focada nos valores de ética e responsabilidade social. A escola desenvolve diversos projetos, como: Feira Científica Cultural, Projeto Plantando e Cuidando, Projeto Visitante da escola e aulas extracurriculares (balé, artes marciais, inglês e informática).



    A PAGRISA tem convênios com diversas instituições de ensino possibilitando que acadêmicos tenham vivências de suas respectivas áreas de estudo, seja por meio de estágios, seja pelo programa de visitação Portas Abertas. Como o setor agrícola paraense é caracterizado por uma diversidade de sistemas de produção e por uma variedade de áreas de atuação, é requerida desses futuros profissionais uma formação interdisciplinar e contextualizada a realidade regional tornando-se de fundamental importância que tenham a possibilidade de visualizar a heterogeneidade do setor agrícola e dos sistemas de produção e as particularidades regionais.



    Além de mitigar a distância entre o campo e a academia, uma vez que apenas o espaço acadêmico não é o suficiente para se compreender a dinâmica e a diversidade da agricultura, o mesmo vale para o Setor Industrial.



    E visando a inserção dos jovens no mercado de trabalho, a Pagrisa aderiu, em 2011, ao programa Jovem Aprendiz, que tem caráter permanente e proporciona a 40 jovens de 16 a 22 anos a primeira experiência laboral, com a oferta de estágio em diversos setores da empresa. Todos os jovens têm direitos previstos pela constituição que rege o programa, tais como, alimentação, transporte, FGTS, cursos de capacitação, assistência médica e odontológica, além de remuneração mensal.



    Todas as ações ambientais e sociais da Pagrisa atingiram mais de 10.300 pessoas em 2012, número superior ao registrado em 2011, quando foram beneficiados 8.500 moradores da região e do entorno.



  • 22/10/2013
    Atletismo muda vida de jovens no interior do Pará

    Conquistas de atletas no último final de semana consolida Ulianópolis como cidade do atletismo



    Ulianópolis, no sudeste paraense, vem se consolidando como o principal centro formador de atletas do Estado. Isso porque os melhores resultados obtidos pelas delegações paraenses de atletismo são conquistados por jovens do município, que integram a equipe do projeto Estrelas do Futuro, mantido com patrocínio da Pagrisa, única empresa produtora de açúcar e etanol do Pará. No último final de semana, por exemplo, foi realizado o II Trófeu Norte-Nordeste Caixa de Atletismo de Mirins (até 14 anos), em São Luiz (MA), e a única medalha paraense veio com a prata do jovem Paulo Furtado, de 14 anos, atleta de Ulianópolis nos 1mil metros. Paulo, inclusive, é irmão do primeiro lugar no ranking brasileiro e sulamericano da categoria Menores (até 17 anos) dos 3mil metros, Edilson Meireles.



    “O que estamos vendo é que Ulianópolis está se tornando a cidade do atletismo. O Edilson é um exemplo para mais de 80 crianças do projeto Estrelas do Futuro, incluindo o irmão Paulo, que já mostrou que também tem talento para o esporte”, comenta Paulo Douglas, fisioterapeuta e coordenador do Estrelas do Futuro. Paulo, inclusive, costuma integrar as delegações paraenses de atletismo.



    De acordo com Paulo, o primeiro lugar de Edilson nos rankings brasileiro e sulamericano é destaque principalmente por ele estar à frente de grandes ícones do atletismo na atualidade, como o atleta Bryan Jefferson Revelo, do Equador; o paranaense Weverton Fidelis, atual campeão sulamericano de Cross) e antigo líder do ranking; e o chileno Danilo Vera, que detinha a melhor marca do ano na América do Sul até então (8:40:36). A marca de Edilson, nos 3mil metros é 8:36:63, conquistada no dia 04 de outubro.



    “Lembro quando descobri que o Edilson havia abandonado o projeto para trabalhar em uma movelaria. Ele ganhava 50 reais por quinzena e carregava móveis pesados seis horas por dia. A mãe dele me disse que não era a favor disso, mas ele fazia questão de ajudar em casa. Foi quando ofereci a ele uma bolsa superior ao que ele recebia e ele voltou a treinar comigo.”, comenta o coordenador do Estrelas do Futuro.



    De uma família humilde, Edilson não deixa de treinar mesmo com a rotina cheia de tarefas, uma vez que passa a semana toda fora de casa e ainda cuida dos irmãos mais novos e dos afazeres de casa. “O que me dá mais forças para treinar é a dedicação da minha mãe, que mesmo sendo doente, trabalha muito para me sustentar”, relata o jovem atleta.



    Com a evolução de Edilson, torna-se possível, inclusive, a construção de sonhos tais como os Jogos Olímpicos de 2016 e 2020, ou quem sabe a conquista de eventos grandiosos como a Corrida de São Silvestre e a Maratona de Nova York. “Este é o objetivo principal do Estrelas do Futuro, ou seja, possibilitar que crianças pobres construam seus sonhos e lutem por eles a fim torná-los realidade”, conta Paulo Douglas.



  • 23/08/2013
    Mecanização da agroindústria beneficia trabalhadores da Pagrisa

    Melhoria no ambiente de trabalho e exigência de melhor escolaridade proporciona crescimento profissional para colaboradores da Pagrisa



    Francisco da Silva Oliveira todo dia chega à sua estação de trabalho climatizada, aperta botões e supervisiona se o equipamento com o qual trabalha está operando normalmente. Não, Francisco não trabalha em nenhum escritório ou setor de automação com painéis que controlam grandes equipamentos a partir de um comando computacional. Com 27 anos de idade, o colaborador da Pagrisa desde 2011 é na verdade tratorista. Mas não é um trator qualquer. Francisco hoje possui uma profissão que exige conhecimento técnico para que qualifique o trabalhador a operar maquinário moderno, que se utiliza de georreferenciamento e proporciona qualidade e conforto a quem está no comando dentro da cabine totalmente isolada do sol e da chuva.



    Essa é a realidade de grande parte dos colaboradores da área agrícola da única empresa produtora de açúcar e etanol do Pará, a Pagrisa, localizada no município de Ulianópolis, no sudeste do Estado. “É uma diferença muito grande trabalhar com equipamento de última geração. Digo isso por experiência própria. Já trabalhei na colheita manual da cana de açúcar e era um desconforto muito grande, por conta do esforço que fazíamos”, relembra Francisco.



    Apesar da comparação com o ambiente anterior de trabalho, Francisco e seus colegas de profissão dizem que o benefício da mecanização da agroindústria vai muito além do simples conforto de um trator guiado por GPS e com cabine climatizada. A exigência de qualificação e capacitação para operar tais equipamentos, como colhedoras, plantadoras e tratores, proporcionou uma chance de crescimento na carreira a quem antes não via futuro diferente na migração de fazenda em fazenda durante as safras da cana.



    É o que está vivendo, por exemplo, Dejane Leão, que aos 25 anos de idade possui o cargo de encarregado na área agrícola da Pagrisa, no qual precisa ter conhecimento dos equipamentos utilizados na colheita da cana. “Costumo dizer que antes eu não tinha uma profissão. Então a mecanização foi uma mudança positiva a meu ver, pois fez com que a gente se qualificasse. Hoje tenho um curso de tratorista e a minha ideia é continuar crescendo aqui dentro”, conta.



    Atualmente, o plantio da cana de açúcar na Pagrisa é 100% mecanizado, e a colheita 95%, que possibilitam uma produção estável e de qualidade. O reflexo disso é que a empresa hoje é capaz de gerar de 400 a 600 toneladas de cana por colhedora por dia. A título de comparação, o índice do corte manual possui rendimento médio de seis toneladas por homem em um dia.



    De acordo com a gerente de RH da Pagrisa, Carmem Bethânia dos Santos, a empresa mantém parceira com instituições como o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) para a realização de cursos e treinamentos visando a capacitação tanto dos colaboradores quanto da mão de obra local. “Nos últimos dois anos, já foram formados e contratados, por exemplo, mais de 300 tratoristas que realizaram cursos técnicos para operação de máquinas totalmente automatizadas”, relata.



    A política da empresa segue a seguinte lógica: o tratorista capacitado pode subir de cargo, após o período de um ano, mais ou menos, para operador de máquinas agrícolas, depois para encarregado e aí por diante. “Tudo só depende da vontade, do interesse e do perfil do colaborador. Aqui na empresa ele adquire conhecimentos, competências técnicas e isso abre a possibilidade de um crescimento e projeção que antes este trabalhador não possuía”, avalia Bethânia.



    Sobre a Pagrisa - Instalada no município de Ulianópolis, no sudeste do Pará, a Pagrisa é o único empreendimento do Estado do Pará que produz etanol (álcool anidro, utilizado na mistura com a gasolina e álcool Hidratado, usado diretamente nos veículos flex) e açúcar cristal. A empresa dispõe de vila industrial com toda a infraestrutura necessária para os 1.300 colaboradores contratados durante a safra, que vai de junho a novembro, número este que reduz em cerca de 50% na entressafra.



    Com capacidade instalada para produção diária de 300 mil litros de etanol e oito mil sacas de 50 kg de açúcar, a Pagrisa atende principalmente ao mercado paraense – regiões sul, sudeste, nordeste e a capital, Belém. A comercialização dos produtos é destinada às distribuidoras de combustível automotivo, no caso do álcool anidro e hidratado, e para indústrias de alimentos, mercado de atacado e varejo e empacotadoras, no caso do açúcar, que é vendido pela Pagrisa sob a marca Cauaxí ou em sacas de até 900 kg para que outras empresas o embalem com marca própria.



  • 13/08/2013
    Presença feminina cresceu na indústria de açúcar e etanol paraense

    Aumento é de 230% nos últimos três anos e a expectativa é de continuar crescendo



    Elas não param de ocupar cada vez mais postos de trabalho no mercado como um todo. O setor que está experimentando o aumento do número de mulheres em vagas ocupadas anteriormente por homens, é o da agroindústria paraense. Mais especificamente na indústria sucroalcooleira, que produz etanol e açúcar. Isso porque a única empresa do setor no Pará, a Pagrisa, instalada em Ulianópolis no sudeste do Estado, registrou um acréscimo de 230% no quadro de funcionários do sexo feminino nos últimos três anos.



    As mulheres representam 11% do total da folha de colaboradores da Pagrisa, que gera 1.300 empregos diretos durante a época da safra da cana-de-açúcar, que vai até novembro. Mas a estimativa é que a participação das mulheres continue crescendo. “As mulheres que se candidatam a uma vaga na nossa empresa, no geral, estão melhores preparadas. Isso porque elas buscam mais a qualificação, justamente para terem maiores chances na hora da seleção”, diz a gestora de Recursos Humanos da Pagrisa, Carmem Bethânia.



    O mais interessante é que a área administrativa deixou de ser o único setor com a presença feminina. “Ocorreu, na verdade, um crescimento delas em outras áreas da empresa. De 2010 pra cá, passaram a ocupar cargos na área agrícola e na fábrica, repetindo um movimento que tem acontecido em todo o mercado da indústria”, relata Bethânia.



    É o caso da Cristiane de Oliveira, que dirige caminhão de correção de solo. “Comecei aqui na Pagrisa como motorista de ônibus e há sete meses passei a dirigir o caminhão de correção de solo no plantio da cana-de-açúcar. No início tinha aquela surpresa dos homens, de uma mulher dirigindo veículo pesado, mas hoje eles nos admiram, falam que é bonito”, relata Cristiane, que está há um ano na empresa.



    Outro exemplo é o da soldadora industrial Edilene Carvalho. Ela entrou na Pagrisa para trabalhar como analista de laboratório, por convite de uma amiga. “No ano passado, recebi o convite do então gerente da indústria para receber treinamento como soldadora industrial. Ele viu que tinha um perfil mais corajoso, de enfrentar os desafios. As pessoas até falaram pra eu não vir, porque era um trabalho de homens, que eu ia sofrer queimaduras, mas nada disso aconteceu. Gostei muito da mudança”, relembra Edilene, a primeira e, até o momento, única soldadora industrial.



    Sobre a Pagrisa - Instalada no município de Ulianópolis, no sudeste do Pará, a Pagrisa é o único empreendimento do Estado do Pará que produz etanol (álcool anidro, utilizado na mistura com a gasolina, e álcool hidratado, usado diretamente nos veículos flex) e açúcar cristal. São aproximadamente 12 mil hectares com plantio de cana-de-açúcar colhida de forma 95% mecanizada. A empresa dispõe de vila industrial com toda a infraestrutura necessária para os 1.300 colaboradores contratados durante a safra, de junho a novembro, número este que reduz em cerca de 50% na entressafra.



    Com capacidade instalada para produção diária de 300 mil litros de etanol e oito mil sacos de 50 kg de açúcar, a Pagrisa atende principalmente ao mercado paraense – regiões sul, sudeste, nordeste e a capital, Belém. A comercialização dos produtos é destinada às distribuidoras de combustível automotivo, no caso do álcool anidro e hidratado, e para indústrias de alimentos, mercado de atacado e varejo e empacotadoras, no caso do açúcar, que é vendido pela Pagrisa sob a marca Cauaxí ou em sacas de até 900 kg para que outras empresas o embalem com marca própria.



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